Registro #005 - A Silhueta
- Azrael

- 2 de nov. de 2020
- 2 min de leitura
Atualizado: 6 de out. de 2021

Existem diversos relatos espalhados pelo mundo de silhuetas fantasmagóricas passando por vidros, espelhos ou gravações.
Não se sabem oque são essas silhuetas, ou oque querem, ainda falta muito oque documentar sobre o mesmo.
Mas já conseguimos detectar duas formas. Uma em forma de uma silhueta branca que passou por um enorme vidro canelado e outro em forma de uma silhueta negra que também passou pela mesma janela.
Art. 01 - A Criança e a Janela Branca:
Agente, Sahra Amaral aqui quem vos fala, eu era pequena quando estava a brincar com meu irmão em nossa antiga casa lembro que eu estava na frente do meu irmão que estava atrás da janela. Lembro daquela silhueta passando pela janela e parando bem no meio, meu corpo congelou e eu não conseguia me mover, é como se a mesma parasse e me olha-se atentamente através da janela com o vidro canelado.
Ela ficou la por alguns segundos me observando e foi então que a mesma bateu na janela e eu descongelei, e então a silhueta sumiu sem mais nem menos. Perguntei ao meu irmão se ele havia ouvido mas o mesmo disse que não. Um dia após o incidente recebi a noticia que minha avó paterna havia falecido. Não acredito que tenha vindo como um mensageiro não sei o motivo da aparição, mas foi a única vez que a vi.Art. 02 - A Criança e a Janela Negra:
Agente, Sahra Amaral aqui quem vos fala, um ano após eu ter visto a silhueta branca na janela eu havia até esquecido, porem em outro dia que eu estava buscando algo meu no quarto de meu irmão olhei de relance para a janela e vi uma silhueta negra que me observava a tempo, como instinto sai correndo do quarto assustada, quando voltei não havia mais nada. Horas mais tarde estava brincando na sala de frente novamente para outra janela e vi algo passando atrás de mim, era uma silhueta negra como se alguém estive usando um manto escuro, deduzi ser a morte de cara. Então sentei no sofá assustada, lembro que minha mãe perguntou a mim oque aconteceu para eu parar de brincar de repente, lembro que falei que não era nada.
Naquela mesma madrugada daquele dia, um homem bateu a palma na frente de casa, era um amigo de meu tio, ele veio avisar que meu tio havia morrido, para ser mais exato ele havia sido assassinado em um bar. No qual um motoqueiro com um garoto na garupa perguntaram quem era o segurança do bar, e como ele era brincalhão falou que era ele. 16, 16 Tiros ele levou, e aqueles que cometeram tal atrocidade não foram presos por serem de menor.
Não sei explicar oque seriam essas silhuetas, mas com oque eu vivenciei diria que eram emissários da morte.



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